Parcerias no exterior: novas perspectivas para Unilab

Depois de assinar convênio com Ministro de Cabo Verde, o Reitor da Unilab seguiu viagem para Guiné Bissau, onde, hoje, por volta das 11h, horário local de Guiné, assinou um Termo de Convênio entre a Universidade Federal da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e o Ministério da Educação Nacional, Cultural, Ciência, Juventude e dos Desportos de Guiné Bissau.

O termo assinado pelo reitor Paulo Speller e pelo Ministro, Eng. Augusto Artur  António da Silva, facilita às relações de cooperação e entendimentos mútuos.

A partir de agora, as universidades, juntas, poderão desenvolver intercâmbio acadêmico e cultural nas formas de educação e pesquisa.

Na avaliação do reitor, a visita, que iniciou no sábado, 26, tem proporcionado, além das parcerias muitas expectativas “extremamente positivas, há um interesse muito grande por parte deles em estreitar os relacionamentos para formação de professores e profissionais nas áreas prioritárias de atuação da Unilab, assim como outras ações de pesquisa e extensão”, afirma Speller. A Unilab inicia suas atividades no dia 25 de maio, atendendo às demandas da região e dos países envolvidos, atuando diretamente em agricultura, energia e tecnologias de desenvolvimento sustentável, formação docente, gestão pública e saúde coletiva.

Durante a solenidade estavam presentes ministros, reitores e diretores “estou muito feliz, porque a receptividade foi muito calorosa, com muita abertura para novas propostas”, ressaltou Speller.

Cumprindo a agenda, além da assinatura, dos Termos de Convênio, o Reitor participou de várias reuniões, uma delas foi na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), e uma outra na Universidade Amilcar Cabral, visitas ao Centro de Treinamento do Senai, Escola Superior de Educação, ao Ministério da Educação, as Faculdades de Medicina e de Direito.

No sábado, de madrugada, Speller retorna ao Brasil. Na bagagem, a certeza de que a missão foi cumprida. “Foram muitas visitas, convênios assinados, mas o mais importante foi sentir que a integração está cada vez mais forte entre a Unilab-Brasil e os países que visitei,” concluiu o reitor.

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