Reforma do Estatuto da universidade foi discutida em Audiência Pública, no Campus dos Malês

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Aconteceu na última terça-feira (12), no Campus dos Malês, a Audiência Pública com o tema “O Poder: Instâncias Deliberativas e Gestão da Administração Superior e Intermediária”  para debater o Estatuto da universidade. Estiveram presentes o reitor da Unilab, professor Tomaz Mota; a diretora do campus, professora Matilde Ribeiro; o coordenador da comissão da reforma do Estatuto, professor Luís Tomás, além de técnico-administrativos, docentes e discentes.

A mesa foi composta pelo reitor, pela diretora, pelo coordenador da comissão e pelos representantes dos técnicos e dos estudantes, Aldemária Ione e Leonardo Faison, respectivamente. Na oportunidade, professor Tomaz Mota apresentou a proposta da reitoria com o propósito de receber contribuições para aperfeiçoar os devidos encaminhamentos, ressaltando os itens que englobam o Campus dos Malês. Para ele, “as Audiências Públicas são mecanismos de consultas, sendo um processo de participação direta da comunidade na elaboração das regras da universidade – todos podem falar e contribuir para essa construção do novo Estatuto”, disse. Ainda segundo o reitor, “no caso dos Malês, é um caminho para organizar e aperfeiçoar o campus, de modo que possa cumprir melhor a proposta da integração com os países de Língua Portuguesa e o desenvolvimento regional do Recôncavo da Bahia”, afirmou.

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Em seguida, o professor Luís Tomás apresentou a metodologia de trabalho para a reforma do Estatuto, fazendo um resumo das Audiências que aconteceram no Ceará, além de apresentar a equipe que está envolvida na comissão da reforma. De acordo com ele, “a iniciativa é um espaço para ouvir as sugestões, proposições e considerações no processo de constituição da universidade. É um momento ímpar para seu desenvolvimento de internacionalização e interiorização”. disse ele. O professor acrescentou que a comissão está escutando a comunidade e depois irá elaborar o documento de acordo com o que for contribuído.

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A representante dos técnicos, Aldemária Ione, explanou uma proposta com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento do documento, ressaltando pontos para a melhoria da estrutura do Malês. Segundo Ione, “esse momento tem bastante relevância para toda comunidade acadêmica. O debate proposto dar voz a participação de todos os atores envolvidos no processo e que desejam e sonham com um modelo de universidade contemporânea, humanizado e, acima de tudo, que garanta o pleno do exercício da gestão democrática e participativa”. Ainda para Ione, “a participação dos técnicos nesse debate, com apresentação de proposta demostra nitidamente a vontade de contribuir como sujeitos ativos que pensam e enxergam a universidade como um modelo descentralizado, que garanta ao Campus dos Malês as condições necessárias para aumentar a eficiência administrativa e acadêmica”, afirmou.

As Audiências são espaços de diversidade de opiniões e de expressão de ideias e para o professor Túlio  Muniz que está acompanhando o processo,  “é um marco importante, pois significa ouvir a opinião daqueles que vivem a realidade no dia a dia dentro da estrutura do Malês. Por estarmos em outro Estado, isso causa algumas incongruências administrativas e a reforma do Estatuto pode melhorar nossas dificuldades. Estamos querendo mais autonomia, mas sem perder o vínculo e o estreitamento com a sede”. Ainda segundo ele, “essa ação é uma qualidade do professor Tomaz Mota, atual reitor, uma vez que ele se coloca no lugar de ouvir a comunidade acadêmica, dando oportunidade para as pessoas falarem o que pensam, para assim encaminharmos a reforma do Estatuto, afirmou”.

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Esse processo é um momento de participação da comunidade universitário e, segundo o estudante do curso de Bacharelado em Humanidades (BHU), Marcelo Lopes, “ é um momento importante, uma vez que os estudantes também estão tendo oportunidade de participar das discussões e opinar no que irá ser decidido” disse ele.

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