Unilab dá novo passo na implementação de sua Política de Gestão de Riscos
Após a aprovação da política institucional em outubro de 2025, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) avançou na governança da instituição e aprovou o Plano e Metodologia de Gestão de Riscos da universidade, por meio da Resolução Conad/Unilab nº 21, de 2 de junho de 2026. A medida visa preparar a Instituição para enfrentar incertezas, otimizar recursos e aumentar a eficiência geral.
O Plano e Metodologia de Gestão de Riscos, alinhado ao Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP), do Poder Executivo Federal, é o instrumento que organiza, em horizonte plurianual, como a gestão de riscos será consolidada na Universidade. Elaborado pela Secretaria de Governança, Integridade e Transparência (SGIT), ele conecta o planejamento estratégico às diretrizes da administração pública.
1º Ciclo de Prioridades
Para organizar os trabalhos de forma eficiente, a instituição definiu quatro objetos prioritários que devem ser trabalhados no primeiro ciclo de execução, todos com o prazo limite de 180 dias para a implementação de melhorias:
| OBJETO PRIORIZADO | UNIDADE RESPONSÁVEL | PRAZO |
| Licitações (compras) e gestão de contratos | Proadi | Até 180 dias |
| Governança de TI e segurança da Informação | DTI | Até 180 dias |
| Assistência estudantil e pagamento de bolsas | Propae | Até 180 dias |
| Gestão acadêmica crítica (matrícula, registro acadêmico, diplomas e indicadores regulatórios) | Prograd | Até 180 dias |
Atuação da SGIT e próximos passos
A iniciativa reflete um esforço contínuo e planejado ao longo de sucessivas gestões da SGIT. A base do projeto foi estabelecida por Giovanni Pacelli, responsável pela elaboração da Política de Gestão de Riscos. Posteriormente, Marcondes Souza estruturou o Plano e a Metodologia de aplicação. Agora, a atual gestão lidera a implementação prática dessas diretrizes.
Segundo Giancarlo Cardoso Vecchia, chefe da SGIT, o amadurecimento do projeto exige uma mudança cultural interna. “O sucesso desta iniciativa depende da consolidação de uma cultura onde a identificação de fragilidades não seja vista como punição, mas sim como um instrumento essencial de melhoria contínua, prestação de contas à sociedade e entrega de valor público”, destaca Vecchia.
O fato é que o alcance desses objetivos estratégicos depende do engajamento coletivo. A SGIT conta com a colaboração e o compromisso de todos para transformar a gestão de riscos em uma ferramenta viva e eficiente.
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