Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Unilab dá novo passo na implementação de sua Política de Gestão de Riscos

Por Equipe de Comunicação Unilab
Data de publicação  03/06/2026, 08:34
Postagem Atualizada há 2 dias
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Após a aprovação da política institucional em outubro de 2025, a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) avançou na governança da instituição e aprovou o Plano e Metodologia de Gestão de Riscos da universidade, por meio da Resolução Conad/Unilab nº 21, de 2 de junho de 2026. A medida visa preparar a Instituição para enfrentar incertezas, otimizar recursos e aumentar a eficiência geral.

O Plano e Metodologia de Gestão de Riscos, alinhado ao Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP), do Poder Executivo Federal, é o instrumento que organiza, em horizonte plurianual, como a gestão de riscos será consolidada na Universidade. Elaborado pela Secretaria de Governança, Integridade e Transparência (SGIT), ele conecta o planejamento estratégico às diretrizes da administração pública.

1º Ciclo de Prioridades

Para organizar os trabalhos de forma eficiente, a instituição definiu quatro objetos prioritários que devem ser trabalhados no primeiro ciclo de execução, todos com o prazo limite de 180 dias para a implementação de melhorias:

OBJETO PRIORIZADOUNIDADE RESPONSÁVELPRAZO
Licitações (compras) e gestão de contratosProadiAté 180 dias
Governança de TI e segurança da InformaçãoDTIAté 180 dias
Assistência estudantil e pagamento de bolsasPropaeAté 180 dias
Gestão acadêmica crítica (matrícula, registro acadêmico, diplomas e indicadores regulatórios)ProgradAté 180 dias

Atuação da SGIT e próximos passos

A iniciativa reflete um esforço contínuo e planejado ao longo de sucessivas gestões da SGIT. A base do projeto foi estabelecida por Giovanni Pacelli, responsável pela elaboração da Política de Gestão de Riscos. Posteriormente, Marcondes Souza estruturou o Plano e a Metodologia de aplicação. Agora, a atual gestão lidera a implementação prática dessas diretrizes.

Segundo Giancarlo Cardoso Vecchia, chefe da SGIT, o amadurecimento do projeto exige uma mudança cultural interna. “O sucesso desta iniciativa depende da consolidação de uma cultura onde a identificação de fragilidades não seja vista como punição, mas sim como um instrumento essencial de melhoria contínua, prestação de contas à sociedade e entrega de valor público”, destaca Vecchia.

O fato é que o alcance desses objetivos estratégicos depende do engajamento coletivo. A SGIT conta com a colaboração e o compromisso de todos para transformar a gestão de riscos em uma ferramenta viva e eficiente.

Para acompanhar as ações contínuas da secretaria e manter-se informado, acesse o Canal da SGIT no WhatsApp.

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