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Debate movimentou abertura da Mostra de Curtas cearenses

Data de publicação  18/07/2011, 00:00
Postagem Atualizada há 10 anos
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A Unilab abriu na quarta-feira passada, dia 13 de julho, a sua Mostra de Curtas-Metragens Cearenses , com a exibição dos curtas “Deus lhe pague”, “Princesa”, “Raimundo dos Queijos” e “O Começo”. Em seguida, aconteceu o debate com a presença dos diretores Raylka Franklim, Rafaela Diógenes, Victor Furtado e Hugo Pierot. Na ocasião, estudantes, professores e funcionários da Unilab puderam saber um pouco mais sobre o fazer cinematográfico no Ceará.Presente ao debate, o professor Rodrigo Azevedo, do curso de Agronomia, é um entusiasta da Mostra. “Gosto de cinema e a iniciativa é ótima; o nível dos curtas que foram apresentados é muito bom. Quando eu era estudante participei de cineclube e até fiz um filme em *Super-8. Creio que eventos como este devem acontecer semanalmente, criando um hábito para a comunidade da Unilab, e até mesmo da população de Redenção”Diretora do filme “Princesa”, Rafaela Diógenes afirmou que, antes de mais nada, gostaria de parabenizar a Unilab por essa mostra, afinal, a iniciativa de levar a cultura sob suas diversas formas a todos os lugares possíveis de forma competente e verdadeira é sempre muito admirável e prazerosa. “E mais prazeroso ainda é poder participar disso de alguma forma, ainda mais quanto existe tanto entusiasmo da parte de todos os envolvidos”, disse a diretora.

Rafaela explicou que a mostra dos vídeos foi muito rica, pois todos os filmes exibidos divergem um pouco da estética e forma audiovisual comumente mais acessível através da televisão ou do cinema comercial, por exemplo.  “Mesmo assim os alunos se mostraram interessados no que viram e em debater diversas questões, desde questões que dizem respeito à feitura e opções tomadas em cada vídeo até a política de recursos que envolve a execução de um vídeo”.

Para ela, foi bastante surpreendente e agradável poder participar dessa experiência. “Ficaria feliz em saber ou até em tornar possível que esses alunos continuam a ter contato com essa e outras linguagens artísticas e culturais, o que acredito ser extremamente enriquecedor para qualquer formação”, assegurou a jovem diretora.

SAIBA MAIS

*Super-8 é um formato cinematográfico criado nos anos 1960 e lançado no mercado em 1965 pela Kodak, como um aperfeiçoamento do antigo formato 8 mm, mantendo a mesma bitola. O baixo custo em relação às bitolas profissionais de cinema (35 mm e 16 mm) e a melhor qualidade em relação ao 8 mm tradicional, transformaram o Super-8 no formato preferencial para filmes de estudantes, experimentais e de cineastas iniciantes, nos anos 1970 e 1980.

Com a popularização do vídeo, o uso amador e doméstico do Super-8 foi praticamente extinto, nos anos 90. Mesmo assim, atualmente ainda é usado por profissionais em vídeo-clipes, comerciais de TV e seqüências especiais de projetos de cinema e televisão. No cinema profissional, é mais uma ferramenta a ser usada em conjunto como outros formatos cinematográficos. Alguns procuram simular a imagem de antigos filmes domésticos, ou criar imagens estilizadas pela granulação.

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