Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
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Semana Sociocultural prossegue com Mostra de Cinema Africano

Data de publicação  29/11/2011, 16:18
Postagem Atualizada há 9 anos
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A Semana Sociocultural e a I Semana Nacional do Livro e da Biblioteca prosseguem nesta quarta-feira (30), com oficinas e a Mostra de Cinema Africano. Das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17h30 haverá a oficina com o tema Padronização do trabalho científico – ABNT, ministrada por Mônica Aquino/UFC, no anfiteatro.

No período da tarde, prossegue a Mostra de Cinema Africano, com terceiro filme “Angola, Saudades…” (Richard Pakleppa, África do Sul, 2005), na sala 2, no Bloco Didático. A inscrição deve ser feita na PROPPGE.

Veja ainda os dois filmes de quinta (1º) e sexta-feira (2).

Quarta, 30/11

3º filme: Angola, Saudades… (Richard Pakleppa, África do Sul, 2005)

Este documentário foge à narrativa tradicional. Em “Angola, Saudades de quem te ama” uma voz desconhecida lê cartas que levam o espectador às diferentes realidades do país. Através do documentário, travamos conhecimento com alguns meninos de rua, que nos mostram uma sociedade terrivelmente desigual.

Angola_Saudades_de_quem_te_ama

Quinta, 1º/12

4º filme: Nha Fala (Flora Gomes, Guiné-Bissau, 2002)

Antes de partir para a Europa para estudar, Vita, uma jovem africana, promete à mãe que jamais cantará, pois uma maldição que se abate sobre a sua família determina que qualquer mulher que ouse cantar, morrerá amaldiçoada. Em Paris, Vita conhece Pierre, um jovem e talentoso músico por quem se apaixona. Transbordante de alegria, Vita liberta-se finalmente e canta. Temendo que a mãe descubra que quebrou a promessa, Vita decide voltar a casa…para morrer! Com a ajuda de Pierre e Yano, Vita encena a sua própria morte e ressurreição, para mostrar à família e amigos que tudo é possível, se tiverem a coragem de ousar.

5º filme: Po di Sangue (Flora Gomes, Guiné-Bissau, 1996)

Autor de um dos mais belos filmes africanos de sempre, «Os Olhos Azuis de Yonta», Flora Gomes mudou de registo em «Pó di Sangui», passando da história de dois indivíduos num meio urbano a um filme elaborado como uma espécie de conto popular africano.

 

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