Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Unilab lança nota de pesar pela morte do presidente da Guiné

Data de publicação  11/01/2012, 14:12
Postagem Atualizada há 10 anos
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Nota de pesar

“A Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira – Unilab lamenta, com profundo pesar, a morte do Presidente da República da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, na manhã desta segunda-feira, dia 09/01/2012. Neste momento de dor e de perda, a Unilab apresenta suas sinceras condolências à família do presidente, ao governo e ao povo bissau-guineense e reitera a disposição em dar continuidade aos esforços de cooperação acadêmica em prol do desenvolvimento social, econômico e científico da Guiné-Bissau.”

Maria Elias Soares, reitora em exercício da Unilab

 Malam Bacai Sanhá

Malam Bacai Sanhá (Foto: AP)

O presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, morreu aos 64 anos nesta segunda-feira (9) no hospital Val-de-Grâce, em Paris, em consequência de uma doença não divulgada, segundo comunicado oficial do governo.

“Com dor e consternação, a presidência comunica aos guineenses e à comunidade internacional o falecimento do presidente Malam Bacai Sanhá nesta manhã no hospital Val-de-Grâce, em Paris”, indica a nota oficial.

Malam Bacai Sanhá foi eleito presidente da Guiné-Bissau em 2009, em substituição a João Bernardo Vieira, assassinado em 2008 em um golpe de Estado. Ele tinha problemas de saúde desde então.

A notícia da morte de Sanhá provocou uma profunda tristeza na população, pois era considerado um fervoroso partidário da paz e da conciliação nacional.

Segundo prevê a Constituição da Guiné-Bissau, a Presidência será assumida pelo titular da Assembleia Nacional, Raimundo Pereira, um advogado de 55 anos. Pereira deverá convocar eleições presidenciais em um prazo de 90 dias.

A morte do presidente acontece poucos dias após uma suposta tentativa de golpe protagonizada pelo chefe do Estado-Maior da Marinha, o vice-almirante Américo Bubo Na Tchuto.

Segundo os analistas, a morte de Sanhá abre uma nova era de incerteza na Guiné-Bissau, país imerso em uma instabilidade crônica em consequência das discórdias registradas desde a independência de Portugal, em 1973.

Fonte: G1 com agências internacionais

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