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Corrida de Rua Paraolímpica mobiliza atletas e voluntários da Região do Maciço de Baturité

Data de publicação  19/09/2014, 17:33
Postagem Atualizada há 7 anos
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A corrida ocorreu na manhã desta sexta-feira (19). O percurso foi de 200 metros.

A corrida ocorreu na manhã desta sexta-feira (19). O percurso foi de 200 metros.

Neste dia 19, atletas, voluntários, representantes de associações e interessados no geral se reuniram para participar da Corrida de Rua Paraolímpica. O evento, realizado pela Associação de Pais e Amigos das Pessoas com Deficiência de Redenção (APADR), em parceria a Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura (Proex) da Unilab, contou com a presença de moradores da Região do Maciço de Baturité. Ao todo, 150 pessoas com deficiência participaram da prova.

Atividade de alongamento foi realizada na quadra da Escola Dr. Brunilo Jacó.

Atividade de alongamento foi realizada na quadra da Escola Dr. Brunilo Jacó.

Ponto de largada da prova.

Ponto de largada da prova.

A preparação para a corrida teve início com alongamentos na Quadra Esportiva da Escola Dr. Brunilo Jacó, local onde ocorreu a largada da corrida. Os participantes percorrem, ao todo, 200 metros. Ao final da prova, os atletas participaram de um momento de integração no Pátio do Bloco Administrativo do Campus da Liberdade. Todos os integrantes receberam medalhas.

Participantes contaram com o apoio de voluntários.

Participantes contaram com o apoio de voluntários.

Estudantes da Unilab participaram como voluntárias da atividade.

Estudantes da Unilab participaram como voluntárias da atividade.

A prova foi dividida em cinco categorias de deficiências (Paralisia cerebral, auditiva, física, visual e intelectual) e contou com o envolvimento de cerca de 40 voluntários, dentre eles servidores e estudantes da Unilab e discentes do curso de graduação e pós-graduação ligados ao projeto “Pessoa com deficiência – Investigação do Cuidado de Enfermagem” da Universidade Federal do Ceará, coordenado pela professora Lolita Dopico da Silva. Os voluntários colaboram na recepção e acompanhamento dos competidores, no fornecimento de água, dentre outras funções.

Integrantes da Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura (Proex) da Unilab. Rebeca Alcântara está do lado esquerdo.

Integrantes da Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura (Proex) da Unilab.

A coordenadora do curso de Pedagogia da Unilab, Rebeca Alcântara, atuava na Proex quando iniciou o processo de organização e mobilização na universidade para a corrida. “Como essa é uma ação que acontece na rua, não foi uma tarefa fácil, já que a cidade não está preparada para este tipo de atividade. Apesar de ter sido a primeira, a ação teve um resultado muito positivo. Creio que a partir dessa experiência, nós da Unilab vamos fechar algum tipo de parceria com essa Associação para que possamos trabalhar o ano inteiro em formação de professores do Maciço de Baturité e em conteúdos nos cursos de Enfermagem e do Bacharelado em Humanidades para formar discentes e, assim, no ano que vem, vamos poder fazer algo com mais experiência”, explicou.

Estudante do curso de Enfermagem da Unilab, Samara dos Reis.

Estudante do curso de Enfermagem da Unilab, Samara dos Reis, ao lado de uma das participantes da prova.

A estudante do curso de Enfermagem da Unilab, Samara dos Reis Nepomuceno, 19 anos, participou como voluntária da ação. “A atividade foi ótima, de suma importância porque dá mais visibilidade às pessoas com deficiência e incentiva para a inclusão e a integração diante da sociedade, porque elas são pessoas normais com algumas diferenças que devem ser respeitadas. Ninguém é igual”, declarou a aluna, apontando que esta atividade foi relevante para a sua formação, já que teve contato com pessoas com diversas deficiências.

Raniel da Silva Almeida

Raniel da Silva Almeida

Raniel da Silva Almeida, 19 anos, foi um dos atletas. “Achei muito importante e legal. É a primeira vez que a gente faz uma corrida no nosso município. Para mim, é a maior alegria representar a minha cidade e a escola onde eu estudo, que é a Padre Saraiva Leão”. Segundo ele, um dos desafios desta prova foi vencer o cansaço.

Stênio Chaves, coordenador da APADR.

Stênio Chaves, coordenador da APADR.

Stênio Chaves, pedagogo e coordenador da APADR, explicou a proposta da corrida. “As pessoas com deficiências estão cansadas de só serem chamadas para que o governo as ampare. A pessoa com deficiência coopera com a sociedade, ela ajuda a desenvolver a sociedade. Ela precisa estar presente em tudo o que a sociedade lhes oferece, porque elas votam e são atuantes. Então, precisa desse respeito mútuo. Por isso, a vontade de fazer essa corrida”. Integram a Associação 82 pessoas, sendo moradoras dos municípios de Redenção, Acarape, Barreira e Aracoiaba.

Mais imagens da corrida:

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