Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Ex-reitora da Unilab assume o recém-criado Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos

Data de publicação  02/10/2015, 13:43
Postagem Atualizada há 6 anos
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Nilma Lino Gomes, em sua apresentação à comunidade acadêmica como reitora da Unilab (Foto: Assecom/Unilab)

Nilma Lino Gomes, em sua apresentação à comunidade acadêmica como reitora da Unilab (Foto: Assecom/Unilab)

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira (02) a reforma administrativa que reduz em oito o número de ministérios. A nova configuração inclui a extinção e fusão de pastas e a realocação de titulares. Entre as mudanças, foi anunciada a criação do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, que nasce da fusão de três secretarias com status de ministério: a de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir/PR); a de Direitos Humanos (SDH/PR) e a de Políticas para Mulheres (SPM/PR). A nova pasta será conduzida pela professora Nilma Lino Gomes, titular da Seppir. Ela foi a primeira mulher negra a chefiar uma universidade federal ao atuar, de abril de 2013 a dezembro de 2014, como reitora pro tempore da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab).

Criação do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos - EBC (Reprodução)

Criação do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos – EBC (Reprodução)

Sem filiação partidária, Nilma Gomes é natural de Belo Horizonte (MG), pedagoga, com mestrado em Educação/UFMG, doutorado em Antropologia Social/USP e pós-doutorado em Sociologia/Universidade de Coimbra. É docente da Universidade Federal de Minas Gerais e pesquisadora das áreas de Educação e Diversidade Étnico-racial, com ênfase na atuação do movimento negro brasileiro. Também integrou, de 2010 a 2014, a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, onde participou da comissão técnica nacional de diversidade para assuntos relacionados à educação dos afro-brasileiros.

Com informações da Empresa Brasil de Comunicação – EBC.

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