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Comissão apresenta proposta de transição de regime trimestral para semestral

Por Equipe de Comunicação Unilab
Data de publicação  03/08/2016, 17:10
Postagem Atualizada há 10 anos
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Audiência pública apresentou como será transição de regime acadêmico. Foto: Assecom/Unilab.
Audiência pública apresentou como será transição de regime acadêmico. Foto: Assecom/Unilab.

A Comissão de Transição de Regime Acadêmico realizou audiência pública no último dia 2, no Campus da Liberdade, em Redenção/CE. O objetivo foi apresentar à comunidade acadêmica a proposta desenvolvida para a transição de regime trimestral para semestral.

Segundo os membros da comissão, a transição ocorrerá ao longo do ano letivo de 2016 (setembro de 2016 a julho de 2017). Neste ano letivo haverá dois calendários: um calendário semestral e um calendário trimestral. Os currículos antigos funcionarão em regimes trimestral e o currículo novo em regime semestral. Os estudantes ingressantes em 2016.1, por exemplo, já começam o curso no currículo novo.

Ao final do período letivo 2016.1, os alunos veteranos serão divididos em dois grupos: o grupo 1 será formado por alunos que estejam na condição de formandos; eles continuarão no currículo antigo e terão um prazo até o fim de 2016.3 para se formar. Os alunos do grupo 2 farão a transição de currículo ao longo do ano letivo de 2016 e, para isso, cursarão 2016.1 na modalidade trimestral (67 dias letivos), o Trimestre da Integração Acadêmico e Cultural (Tiac) 2016 (33 dias letivos) e 2016.2 em regime semestral (100 dias letivos). O cumprimento do TIAC é obrigatório para os estudantes que farão a transição.

O calendário fica:

2016.1, trimestre – 5 de setembro a 3 de dezembro.
2016.1, semestre – 5 de setembro a 13 de janeiro.
2016.2, trimestre – 20 de fevereiro a 12 de maio de 2017.
2016.2, semestre – 20 de fevereiro a 21 de junho de 2017.

Calendário Acadêmico para o ano letivo de 2016 – Regime Trimestral

Calendário Acadêmico para o ano letivo de 2016 – Regime Semestral

Comunidade acadêmica lotou o auditório do bloco didático do Campus da Liberdade para assistir à audiência, que foi transmitida via videoconferência para o Campus dos Malês, em São Francisco do Conde/BA. Foto: Assecom/Unilab.
Comunidade acadêmica lotou o auditório do bloco didático do Campus da Liberdade para assistir à audiência, que foi transmitida via videoconferência para o Campus dos Malês, em São Francisco do Conde/BA. Foto: Assecom/Unilab.

A pró-reitora de Graduação da Unilab, Andrea Linard, presidente da comissão, levanta alguns pontos a favor da semestralidade. “O censo da Educação Superior deixa de contabilizar alguns discentes no status de formando em decorrência da discrepância dos calendários trimestrais e do calendário de coleta de dados do censo, que é semestral. A discrepância impede que sejam contabilizados os estudantes no referido status. Hoje a universidade não recebe recurso por aluno matriculado, entretanto, aproxima-se o período em que migraremos para a Matriz de Orçamento de Custeio e Capital (OCC), que remete o recurso ao maior número de matrículas na graduação. Também temos um alto índice de reprovações com a trimestralidade. Na semestralidade teríamos tempo para maturar conhecimento e oportunidade para ver alternativas pedagógicas. O aluno terá mais tempo também para participar de projetos de pesquisa e extensão”, pontuou.

“O debate não começou com a Comissão da Semestralidade. Já houve comissões de estudo antes, instituídas pelo Consuni. A perspectiva maior era não prorrogar o tempo dos estudantes na universidade e que houvesse mais benefícios que malefícios”, explicou a professora Leilane Barbosa, que participou da comissão anterior.

O professor Américo Souza, membro da comissão, reforçou o cuidado em não prejudicar os estudantes. “Houve uma preocupação em minimizar perdas, pois toda transição tem perdas. Preocupação em não fazer formandos demorarem muito mais tempo na universidade e fazer com que quem vai passar pela transição não tenha perda de conteúdo programado”, sublinhou.

BOTAO-AVALIE

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