Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Missão técnica entre a Unilab e a CPLP resulta na reformulação do projeto Rede de Instituições Públicas de Educação Superior (Ripes)

Data de publicação  06/02/2026, 17:19
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Durante as reuniões tornou-se evidente o potencial da Ripes para contribuir de maneira concreta com as ações previstas no Plano de Cooperação Multilateral nos domínios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da CPLP.
Miguel Dias

Reunião com representantes da Unilab, ABC e Missão do Brasil junto à CPLP (Foto – Prointer)

De 20 a 23 de janeiro, realizou-se em Lisboa, Portugal, a Missão Técnica da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) junto ao Secretariado Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em articulação com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC/MRE). Esta missão teve como principal objetivo prover uma revisão e um alinhamento estratégico e institucional do Projeto Ripes– Rede de Instituições Públicas de Ensino Superior da CPLP (Fase II), a fim de assegurar sua plena consonância com o Plano Estratégico de Cooperação Multilateral no Domínio da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da CPLP.

Estiverem presente nesse encontro, que é de suma importância para a política de internacionalização da Unilab, Sabi Bandiri, Pró-reitor de Relações Institucionais e Internacionais (Prointer), e Miguel Dias, Coordenador de Projetos Internacionais e Cooperação da Prointer, representando a nossa instituição, além da senhora Alessandra Ambrósio, que é da Agência Brasileira de Cooperação, responsável pela Cooperação Técnica com a CPL, e demais representantes da Missão Diplomática do Brasil junto à CPLP.

A missão realizada em Lisboa reafirmou a sólida parceria e o apoio institucional e técnico da Agência Brasileira de Cooperação e da Missão do Brasil junto à CPLP na execução do Projeto Ripes e na articulação institucional junto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, fortalecendo, de forma colaborativa, o diálogo e a cooperação multilateral no espaço lusófono”, destaca Miguel Dias.

(Esq p dir) Sabi Bandiri, Alessandra Ambrósio_e Miguel Dias (Foto – Prointer)

Esta missão obteve como principais resultados a reformulação dos objetivos específicos do Projeto RIPES; o alinhamento dos resultados esperados e das ações previstas com as prioridades estratégicas da CPLP; a definição de encaminhamentos institucionais e financeiros para a continuidade do projeto; as propostas de ações estruturantes, como a realização de seminários internacionais, reuniões técnicas, missões de intercâmbio e iniciativas comemorativas dos 30 anos da CPLP, reforçando o papel da Unilab como ator estratégico da cooperação Sul-Sul no espaço lusófono.

Segundo Dias, “Durante as reuniões, tornou-se evidente o potencial da Ripes para contribuir de maneira concreta com as ações previstas no Plano de Cooperação Multilateral nos domínios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior da CPLP, contando ainda com o compromisso e o apoio técnico do Secretariado Executivo para o desenvolvimento das próximas etapas do projeto. Além disso, o Projeto RIPES reúne condições técnicas e financeiras para impulsionar ações previstas no Plano de Internacionalização da UNILAB, especialmente no fortalecimento da mobilidade acadêmica e do intercâmbio científico entre os Estados-membros”.

Por fim, disse Dias: “Considero que estreitar e aprofundar as relações com a CPLP é fundamental para que a UNILAB fortaleça suas relações institucionais e amplie parcerias que contribuam diretamente para o pleno desenvolvimento de sua missão institucional. No cotidiano da universidade, vive-se a própria CPLP, ao reunir estudantes e docentes de diferentes países lusófonos, e o Projeto RIPES consolida-se, assim, como um instrumento estratégico para ampliar a visibilidade internacional do trabalho realizado na Unilab e criar novas oportunidades de cooperação e projetos conjuntos em todo o espaço lusófono”.

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