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O filme “O Auto da Compadecida” será debatido na Quarta Cultural deste dia 13

Data de publicação  12/08/2014, 11:34
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Cena do filme "O Auto da Compadecida"

Cena do filme “O Auto da Compadecida”

A Quarta Cultural Maciço de Baturité realizará, neste dia 13, debate do filme “O Auto da Compadecida”, às 18h, no Pátio do Bloco Administrativo do Campus da Liberdade, em Redenção. O evento, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura (Proex), é aberto ao público.

Capa do DVD

Capa do DVD

Na ocasião, haverá o sorteio do DVD “Mestre dos Saberes e Fazeres da Cultural Popular Assareense”, uma produção cinematográfica, que detalha expressões e manifestações culturais de seis mestres da cultura popular do município cearense de Assaré. O material tem como foco a importância da preservação da memória, do repasse dos saberes e azeres populares.

Sobre o filme “O Auto da Compadecida”
O filme “O Auto da Compadecida” surge de uma peça teatral em forma de auto, em três atos escrita em 1955 pelo autor brasileiro Ariano Suassuna. A primeira encenação foi em 1956, em Recife, Pernambuco. O filme foi gravado em 2000, na cidade de Cabaceiras, interior do estado da Paraíba, conhecida por ser palco de vários outros filmes brasileiros.

Sinopse
No vilarejo de Taperoá, sertão da Paraíba, João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos sem eira nem beira, andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, “o filme mais arretado do mundo”. A sessão é um sucesso, eles conseguem alguns trocados, mas a luta pela sobrevivência continua. João Grilo e Chicó preparam inúmeros planos para conseguir um pouco de dinheiro. Novos desafios vão surgindo, provocando mais confusões armadas pela esperteza de João Grilo, sempre em parceria com Chicó, mas a chegada da bela Rosinha (Virgínia Cavendish), filha de Antonio Moraes (Paulo Goulart), desperta a paixão de Chicó, e ciúmes do cabo Setenta (Aramis Trindade). Os planos da dupla, que envolvem o casamento entre Chicó e Rosinha e a posse de uma porca de barro recheada de dinheiro, são interrompidos pela chegada do cangaceiro Severino (marco Nanini) e a morte de João Grilo. Todos os mortos reencontram-se no Juízo Final, onde serão julgados no Tribunal das Almas por um Jesus negro (Maurício Gonçalves) e pelo diabo (Luís Melo). O destino de cada um deles será decidido pela aparição de Nossa Senhora, a Compadecida (Fernanda Montenegro) e traz um final surpreendente, principalmente para João Grilo.

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