Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Unilab realiza o Festival “Curta O Gênero” de 09 a 11 de dezembro

Data de publicação  09/12/2014, 09:50
Postagem Atualizada há 7 anos
Saltar para o conteúdo da postagem

mostra genero

Entre os dias 09 e 11 de dezembro, a Unilab promove, em parceria com a ONG Fábrica de Imagens e com a Casa Amarela da Universidade Federal do Ceará, o Festival Curta O Gênero – Unilab 2014. A iniciativa ocorre em alusão ao Dia Internacional da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado no dia 10 de dezembro. A abertura da programação será realizada às 18h do próximo dia 09, no Auditório do Campus da Liberdade, em Redenção. Durante o evento, haverá exibição de filmes e debates.

A atividade, que tem como objetivos a promoção dos direitos humanos e o combate ao preconceito e à discriminação com foco no gênero e diversidade sexual, é voltada para a comunidade acadêmica e ao público no geral. O Festival “Curta O Gênero” é organizado pela professora Luma Andrade, com o apoio da diretoria do Instituto de Humanidades e Letras e do Núcleo de Pesquisa em Gênero e Sexualidades da Unilab.

Programação completa

fazendo gênero-ok

Aula de campo debate direitos humanos e sexualidades

Também em alusão ao Dia Internacional da Declaração Universal dos Direitos Humanos ocorreu aula de campo do curso do trimestre da integração, “Fazendo Humanidades: direitos humanos e sexualidades na contemporaneidade”. A aula, no dia 06, foi coordenada pela professora Luma Andrade, durante a V Parada Regional da Diversidade Humana, no Centro da cidade de Russas. A docente foi escolhida madrinha da parada pelos organizadores, enquanto a estudante da Unilab, Gerda Fernandes, foi eleita a garota da parada pelo público presente.

“Ativamos nossos ‘olhares antropológicos’ para compreendermos aquela experiência do vivido e sentido promovido pelo movimento social contemporâneo. Estivemos em meio a um laboratório vivo e exercitamos nossos olhares de pesquisadores e pesquisadoras, cada gesto, cada olhar, cada toque, cada expressão e performatividade foi palco de nossa atenção e ‘contemplamento’”, destacou a professora.

Houve ainda apresentação de dança africana, com estudantes brasileiros e africanos.

Categorias