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3º Copene Nordeste está com prazo de submissão de trabalhos até dia 17. Participe! A Unilab sediará o evento, dias 27, 28 e 29 de outubro

Data de publicação  08/09/2021, 11:00
Postagem Atualizada há 2 dias
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No período de 27 a 29 de outubro, acontecerá a terceira edição do Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Nordeste (Copene Nordeste), como tema “Agenda 2040: desafios e avanços para políticas públicas e de ações afirmativas no Nordeste na sequência de Durban“.

O evento no formato virtual, devido o momento de Pandemia da Covid-19, sediado pela Unilab será transmitido a abertura e encerramento via canal do Youtube Unilab Oficial e as demais ações e atividades pelas demais instituições participantes, via diferentes canais, posteriormente divulgados. Acompanhe a PROGRAMAÇÃO!

A ação será realizada pela Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e a Unilab, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). A Unilab será sede do evento, com o apoio da Prointer, Prograd e NEAABI/Proex, CDH e Seppir, e mais UFCA, UECE. MPF e Adufce, dentre outras instituições.

Inscrições – Orientações Gerais

O prazo para a submissões de trabalho foi ampliado até o dia 17 (sexta-feira). Segundo a coordenação, os resumos/propostas devem ser submetidas no prazo e formato designado no campo “envio de trabalho”.

Inscreva-se AGORA! Fique atendo ao prazo, aos valores às devidas orientações!

O tema busca promover o encontro de pesquisadores/as, estudantes, intelectuais, comunidades acadêmicas, agentes políticos governamentais e não governamentais, lideranças dos movimentos sociais negros, com conferências, mesas de debate, Simpósios Temáticos, comunicações orais; Fórum de professores africano e de Educação Básica, relatos de experiência, feira de Afroempreendedores e atividades culturais, a fim de refletir sobre a importância das políticas de ações afirmativas no Nordeste e em tempo, avaliar e fomentar discussões, debates e perspectivas futuras para as políticas das ações afirmativas para uma agenda, que tem como horizonte o ano de 2040.

Sobre o Copene

A população negra brasileira traz desde o seu princípio uma história de luta em prol de sua existência e pela manutenção cultural de diferentes povos oriundos de diversas partes do continente africano. Várias iniciativas foram empreendidas no sentido de organizar africanos e brasileiros que se abundavam, durante e após a escravidão. Irmandades, maracatus, congados, candomblés foram uma das primeiras. Todavia, no século XIX destaca a Frente Negra Brasileira, assim como diversos Movimentos Sociais.

A população negra brasileira ao longo do tem conquistado importantes espaços para manutenção cultural de diferentes povos advindos do continente africano, contudo, negros e negras têm sido historicamente sub-representados nestes espaços. Assim, em 1999 é fundada a Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), cujo objetivo é articular pesquisadores e pesquisadoras científicos e não acadêmicos, em nível nacional e regional com intuito de desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão, com vistas nas temáticas relativas às relações raciais. Outros detalhes no site da ABPN.

A partir das necessidades de pensar às questões relativas à população negra, com base da partir das diretrizes da ABPN amplia suas ações e instituição os congressos regionais. Em 2017 ocorreu na UFMA o I Congresso de Pesquisadores/as Negros/as do Nordeste (I Copene Nordeste). Em 2019 ocorreu na UFPB, na Paraíba.

Vale ressaltar que a Conferência de Durban, na África do Sul, em 2001, foi o marco nos ganhos na esfera jurídica para a população negra, que, dessa forma, impõe a inclusão de iniciativas concretas na política educacional e nas práticas escolares. Por fim, visa identificar as principais mudanças ocorridas na vida da população negra, a partir da implementação de políticas de ações afirmativas.

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