Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

4 pesquisadores da Unilab figuram entre os principais cientistas da América Latina

Data de publicação  08/10/2021, 13:43
Postagem Atualizada há 2 semanas
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O AD Scientific publicou o ranking dos 10 mil principais cientistas da América Latina. Desses, 4 são da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab): Jullyana Sobczak, do Instituto de Ciências Exatas e da Natureza (Icen), ocupando o lugar 4.952; Márcio Flávio de Araújo, pesquisador egresso do Instituto de Ciências da Saúde (ICS), em 6.317; e Thiago Moura de Araújo e Juliana Celestino, ambos do ICS, nas posições 6.700 e 8.427, respectivamente. A Unilab tem ainda outros 32 docentes pesquisadores citados no AD Scientific Index 2021 – Ranking for scientists.

Um dos docentes que compõem o ranking dos 10 mil principais cientistas na América Latina, Thiago Moura destaca que o reconhecimento chega junto com o marco de uma década que completou seu doutorado e relembra pessoas e instituições envolvidas nessa conquista. “A Unilab realmente tem sido o berço desse resultado, onde nasceu a maior parte dele, pois já estou na instituição há há 8 anos, então, pesquiso na universidade, junto aos projetos no Maciço de Baturité, na pós-graduação da Unilab, cujo mestrado em Enfermagem já tem cinco anos, e junto com os parceiros de outras universidades e fico muito feliz que essa trajetória dentro da universidade e a minha carreira acadêmica venham se consolidando”, declarou. Moura agradeceu ainda à Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), uma vez que o docente é também bolsista de produtividade e interiorização, o que contribui com o fomento a pesquisas.

A professora Juliana Celestino pontua que figurar no ranking é reflexo de anos de esforço e dedicação à pesquisa. "Esse reconhecimento é uma forma de demonstrar não só o quanto nós pesquisadores temos produzido, mas também o elevado número da utilização de nossos artigos como referências por outros autores, mostrando assim o valor e a extensão da contribuição da nossa pesquisa e publicação para a literatura e comunidade científica. Isso mostra que, apesar de todas as dificuldades que encontramos para realizar pesquisas no Brasil, ainda conseguimos produzir trabalhos de qualidade”, sublinhou.

Celestino ressaltou ainda o trabalho em equipe. “A Unilab tem fomentado bolsas de iniciação científica, contando então com a participação de alunos de IC”, frisa. Além disso, a pesquisa destaca que é professora permanente do Mestrado Acadêmico em Sociobiodiversidade e Tecnologias da Sustentáveis (Masts), da Unilab, e conta com a participação e colaboração de professores e técnicos. Juliana Celestina relembra ainda a contribuição recebida pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), onde se graduou e ainda atua como pesquisadora.

Sobre o ranking

De acordo com o realizador, o AD Scientific Index é um sistema de classificação e análise com base no desempenho científico e no valor agregado da produtividade científica dos cientistas. Além disso, fornece classificações de instituições com base nas características científicas dos cientistas afiliados. O novo índice usa o total e os valores dos últimos cinco anos do índice i10 (número de publicações com, no mínimo, 10 citações), índice h (resultado do equilíbrio entre o número de publicações e o número de citações) e pontuações de citação no Google Scholar. Além disso, a proporção do valor dos últimos cinco anos corresponde ao valor total dos índices acima mencionados.

Usando um total de nove parâmetros, o Índice Científico AD mostra a classificação de um cientista individual por 12 assuntos (Agricultura e Silvicultura, Artes, Design e Arquitetura, Negócios e Gestão, Economia e Econometria, Educação, Engenharia e Tecnologia, História, Filosofia, Teologia, Direito, Direito e Estudos Jurídicos, Medicina e Ciências da Saúde, Ciências Naturais, Ciências Sociais e Outros). Assim, cientistas e universidades podem obter suas classificações acadêmicas e monitorar a evolução da classificação ao longo do tempo.

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