Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira
Universidade Brasileira alinhada à integração com os países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Mais de mil trabalhos inscritos na VI Semana Universitária da Unilab

Por Equipe de Comunicação Unilab
Data de publicação  24/10/2019, 15:15
Postagem Atualizada há 7 anos
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Abertura da IV Semana Universitária da Unilab no Ceará

A sexta edição da Semana Universitária (Semuni) da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) começou na última terça-feira (22) e este ano reúne uma comunidade acadêmica em volta do tema “Ciência e diversidade de gênero: produção de saberes para a afirmação dos direitos humanos”.

A Semuni acontece ao longo desta semana, até sexta-feira (25). O evento anual representa um espaço de reafirmação do compromisso da universidade, enquanto Instituição Brasileira de Ensino Superior (IES), na produção de conhecimento, respeitando as diferenças e a diversidade de saberes, culturas e experiências, convidando a sociedade a unir-se a seus servidores técnico-administrativos, docentes e discentes por meio das atividades propostas. São palestras, minicursos, apresentações artísticas e culturais, além de apresentações de trabalhos com ampla participação de diferentes públicos.

Grupo Voising, da Guaiuba/CE, na Abertura da VI Semana Universitária da Unilab

A manhã começou com a abertura das atividades no Auditório do Campus da Liberdade, em Redenção/CE, embalada pelas melodias e cantos do Grupo Voising, do município de Guaiuba/CE, surgido em meados de fevereiro de 2017, cujo nome vem da junção das palavras em inglês voice (voz) e sing (cantar). O grupo promoveu a mescla de diferentes estilos musicais brasileiros, com arranjos vocais de coral e backing vocals.

A vice-reitora pro tempore da Unilab, Andrea Linard, juntamente com a pró-reitora de Extensão, Arte e Cultura (Proex), Rafaella Pessoa, a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação (Proppg), Albanise Marinho, o pró-reitor de Graduação (Prograd), Edson Holanda e a pró-reitora de Políticas Afirmativas e Estudantis (Propae), Socorro Maciel, apresentaram as ações e evoluções da universidade ao longo destas seis edições no contexto de desenvolvimento da pesquisa, graduação e extensão.

Reitoria e Pró-reitorias realizaram a abertura de mais uma edição da Semuni no Ceará

Unilab em Destaque

Em destaque fica o número de trabalhos inscritos em 2019. Conforme dados apresentados pela professora Rafaella Pessoa da Proex, mais de mil trabalhos inscritos (entre apresentação de poster e oral) para serem apresentados na VI Semuni da Unilab, com diferentes abordagem de pesquisas.

“Isto mostra o quanto a Unilab cresceu, dentro destas seis edições. Destes mil trabalhos, muitos são de estudantes bolsistas: de pesquisa, monitoria, extensão. Isto mostra a consolidação da universidade, dos programas de incentivos às bolsas acadêmicas, gerando destaque aos estudantes da Unilab para o resto da vida”, relatou Rafaella Pessoa.

Professora Rafaella Pessoa, pró-reitora da Proex/Unilab

Para Socorro Maciel, da Propae, a Semuni é “um momento ímpar na vida de uma universidade, e na Unilab, com a nossa diversidade, é uma experiência enriquecedora. Um momento em que a universidade devolve para a sociedade o investimento que é feito. Em que o conhecimento científico e a ciência reafirmam sua importância e papel social. Momento em que a ciência se volta para o cotidiano e coloca-se a serviço da sociedade”, declarou a assistente social com mestrado em Educação.

Unilab e a sua Extensão

Conforme dados repassados pela pró-reitora da Proppg, a Unilab dispõe de oito programas de pós-graduação e oito cursos de pós-graduação, “Fechamos a semana com, aproximadamente, 500 trabalhos de iniciação científica e 48 trabalhos de pós-graduação. Isto mostra que a nossa Semana Universitária está consolidada e que a pesquisa está crescendo cada dia mais”, declarou a professora do Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR), mestre em Engenharia Agrícola.

Nesta mesma data (22 de outubro) foi aberto o VIII Encontro de Iniciação Científica da Unilab nos campi do Ceará, que desde 2011 está em atividade, desenvolvendo e apresentando pesquisas, mostrando, assim, o compromisso da Unilab com a pesquisa e pós-graduação. Em 2014 foi aberto o primeiro curso de mestrado – Masts (Mestrado Acadêmico em Sociobiodiversidade e Tecnologias Sustentáveis).

Albanise Marinho, da Proppg, apresentou dados crescentes de rendimentos em iniciação científica de estudantes da Unilab

Rendimento de Bolsistas da Unilab

Em dados parciais apurados pela Proppg/Unilab, cerca de 40% dos estudantes foram bolsistas de iniciação científica do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e estão na pós-graduação. Muitos deles selecionados em doutorados. Um dado recente revela que 45,5% dos estudantes do curso de Agronomia da Unilab, que foram Pibic, estão na pós-graduação.

“Isto mostra que a Unilab está cumprindo o seu papel da iniciação científica, que é: favorecer, ampliar as oportunidades dos alunos bolsistas”, finalizou Albanise Marinho.

As professoras: Celecina Sales da UFC e Matilde Ribeiro do IH/Unilab

Abordando a temática “Ciência e diversidade de gênero: produção de saberes para a afirmação dos direitos humanos”, a professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) Celecina Sales trouxe informações e discussão de ações desenvolvidas com públicos e temáticas atuais quanto à diversidade de gênero no Brasil, estando sob a coordenação da professora do Instituto de Humanidades (IH/Unilab), Matilde Ribeiro.

 

 

 

Semuni em São Francisco do Conde/Bahia

Abertura da Semuni no Campus dos Malês/BA

Alunos, servidores, comunidade externa e também crianças participaram da abertura da Semuni no Campus dos Malês, em São Francisco do Conde/BA. “A universidade é de todos nós, inclusive amigos, vizinhos e familiares”, defendeu a professora e integrante da Comissão Organizadora da Semuni 2019 Ana Rita Barbosa, diante do público no auditório do campus, na tarde de terça-feira (22).

“Este é o momento de socializarmos tudo que temos feito na universidade, em termos de pesquisa, ensino e extensão”, declarou Ana Rita. Além dela, a mesa de abertura teve a presença do professor Ismael Tcham, representando o Instituto de Humanidades e Letras (IHL), e da professora Elizia Cristina Ferreira, diretora substituta do campus.

Mesa de Abertura da Semuni na Bahia

Ciente da necessidade de entender o evento como um momento de compartilhamento e produção de conhecimento, Elizia demonstrou alegria ao ver o crescimento da Semuni. Ela, que participou da comissão da primeira Semana Universitária, deixou claro o objetivo maior da atividade. “A Semana Universitária é quando a gente pode deleitar, conhecer, aproveitar tudo aquilo que a gente produz em termos acadêmicos, das mais variadas possibilidades que a universidade apresenta – na pesquisa, na extensão e nos programas de assistência”.

Palestra de Abertura com Georgina Gonçalves 

Georgina Gonçalves dos Santos, professora da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB)

Parceira da Unilab/Malês em projetos e visões, a exemplo do Observatório da Vida Estudantil (Observe), Georgina Gonçalves foi a palestrante da abertura da Semuni na Bahia. Ela, que é mestre em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e doutora em Ciências da Educação pela Université de Paris VIII, foi vice-reitora da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) e atua nas áreas de ações afirmativas, políticas sociais e vida universitária.

Preconceito, racismo, diversidade e direitos humanos foram as palavras-chave da docente, fazendo referência ao tema da Semuni 2019. “Seria simples falarmos apenas em números, mas quando nos aproximamos das questões estatísticas mais a minude vemos o quanto é preciso evoluir para que mulheres, negras, negros e diferentes gêneros também tenham destaque na ciência e na produção científica”, assegurou. 

A docente defendeu não apenas a construção de saberes a respeito da diversidade de gênero, mas sobretudo a inclusão de todos nessa discussão. “Nós produzimos conhecimento sobre a questão [diversidade de gênero], mas esses sujeitos não são os sujeitos beneficiários das políticas de educação superior. É preciso que possamos falar de ciência, mas também é preciso que possamos falar nas diversas dimensões que as ações afirmativas precisam começar a se aproximar, no sentido de garantia de direitos e posições democráticas”, concluiu. 

Trata-se de uma discussão que precisa existir na universidade, mas também fora dela. A Semana Universitária surge como um dos momentos propícios para essa abordagem, reunindo comunidade acadêmica e externa. E a Unilab tem sido palco propulsor para essa construção de conhecimento.

Programação

Nesta edição, a Semuni reúne palestras, oficinas, mesa-redonda e apresentações acadêmicas já inscritas. Rafaella Pessoa solicita aos inscritos que compareçam aos eventos, para que não possa a vir prejudicar os demais interessados. Além disso, deseja que todos venham prestigiar também os colegas, stands e suas temáticas diversificadas, atuais e interessantes.

Participe!

Confira o cronograma e a programação no site da VI Semuni!

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