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Revista Njinga e Sepé publica volume comemorativo ao centenário de Agostinho Neto

Data de publicação  03/01/2022, 11:54
Postagem Atualizada há 9 meses
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Njinga e Sepé: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras publicou, no último dia 30 de dezembro de 2021, um volume especial comemorativo ao centenário de Agostinho Neto, presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola, tornando-se o primeiro presidente de Angola, entre 1975 a 1979 – ano de sua morte. Nascido em 1922, Agostinho Neto completaria seu centenário em 2022.

Esta publicação foi organizada pelos professores Eduardo David Ndombele e  Quibongue Mudiambo, ambos intelectuais angolanos, docentes do Instituto Superior de Ciências de Educação do Uige (Angola). O editor-chefe da revista é o professor Alexandre António Timbane, docente da Unilab vinculado ao Instituto de Humanidades e Letras do Campus dos Malês (IHL/Malês).

O volume 1 Especial da Njinga e Sepé apresenta 22 artigos científicos que discutem em diversas perspectivas a vida e obra de Agostinho Neto enquanto político, escritor, médico, filho do povo angolano e da África. Para além dos 22 artigos, a publicação apresenta seis poemas, uma entrevista e dois trabalhos destinados à língua de sinais. A maioria dos artigos traduziram os resumos numa das línguas autóctones, minorizadas com intuito de fazer um ensaio que visa produzir textos científicos em línguas indígenas brasileiras e africanas. Outro elemento que chama a atenção do leitor é a presença forte do português africano nestes textos.

Segundo o conselho editorial da revista, “falar de Agostinho Neto é falar do povo angolano, é buscar inspiração e imaginação poética que convoca o povo para a preservação da paz, justiça social e alívio a pobreza. Agostinho Neto nos deu uma das independências possíveis e agora cabe a cada angolano, e todo africano proclamar as outras independências. Esta homenagem ao Agostinho Neto se estende ao Jonas Savimbi, ao Holden Roberto e a muitos e muitos angolanos que deram a sua vida e juventude pela causa de uma Angola independente.”

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